quarta-feira, 9 de maio de 2012

O TEMPO DE DEUS



   

    UM DIA ENTENDEREMOS QUE DEUS TEM UMA RAZÃO EM CADA  "NÃO " QUE ELE FALA ATRAVÉS DO LENTO MOVIMENTO DA VIDA . DE ALGUMA FORMA, ELE NOS DÁ ALGUMA COISA NO LUGAR DO NÃO. QUANTAS VEZES, QUANDO SEU POVO ESTÁ- SE INQUIETANDO, PERPLEXO, A RESPEITO DA FALTA DE RESPOSTA A SUAS ORAÇÕES, DEUS LHE ESTA RESPONDENDO DE FORMA BEM RICA  !  PODEMOS TER VISLUMBRES DISTO OCASIONALMENTE, MAS A REVELAÇÃO COMPLETA PERTENCE AO FUTURO.
    COMO PRECISAMOS DA FÉ QUE NÃO SE APRESSA, MAS QUE ESPERA PACIENTEMENTE PELO SENHOR, ESPERA A EXPLICAÇÃO DE TUDO, A QUAL VIRÁ NO FIM, NA REVELAÇÃO DE JESUS CRISTO ! QUANDO É QUE DEUS JÁ TOMOU ALGUMA COISA DE ALGUÉM, SEM LHE DAR EM TROCA MUITO MAIS ?  MAS, E SE O QUE ELE DÁ EM TROCA NÃO SE MANIFESTAR IMEDIATAMENTE ? ...  BEM, SERÁ QUE HOJE É O LIMITE DO TEMPO DE DEUS ?  NÃO TEM ELE PROVÍNCIAS ALÉM DESTE PEQUENO MUNDO ?  A PORTA DO TÚMULO NÃO SE ABRE PARA, A NÃO SER INFINITAS TREVAS E SILÊNCIO ? 
   CONTUDO, MESMO LIMITANDO O JULGAMENTO AO TEMPO DESTA VIDA, PODEMOS SABER QUE DEUS NUNCA ENVIA PROVA A UM CORAÇÃO, SEM INTENTAR TRAZER SOBRE ELE UM DOM MAIOR, ALGUMA BÊNÇÃO MAIS PRECIOSA.  AQUELE QUE SABE ESPERAR, JÁ CHEGOU A UM ALTO GRAU DE GRAÇA CRISTÃ.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Hoje é dia de...


DIA DO IDOSO

Dia do Idoso
O Dia Nacional do Idoso foi estabelecido em 1999 pela Comissão de Educação do Senado Federal e serve para refletir a respeito da situação do idoso no país, seus direitos e dificuldades.
A população no mundo está ficando cada vez mais velha e, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), por volta de 2025, pela primeira vez na história, haverá mais idosos do que crianças no planeta.

Para refletir:
Hoje é o dia do idoso.
Não posso deixar passar sem pedir a todos os jovens para os seus velhinhos respeitarem.
Fonte: smartkids.com.br / Equipe Comunica ICOED
Postagem: Bruno Martins
Jaime Afonso - Alturas do Barroso - Portugal

Hoje é dia de...


DIA DO LIVRO DIDÁTICO

Dia do Livro Didático
Vamos ler bastante?
O livro da escola que usamos para estudar as matérias é chamado livro didático. É por meio deles que podemos conhecer mais sobre vários assuntos como verbos, animais, planetas, países e suas capitais, relevo, e tantas outras coisas importantes.
Cuide do seu livro com bastante carinho, pois quando você não for mais usá-lo, outra criança poderá aproveitá-lo!
Fonte: smartkids.com.br / Equipe Comunica ICOED
Postagem: Bruno Martins

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Hoje é dia de...


DIA DA PROMULGAÇÃO DA PRIMEIRA CONSTITUIÇÃO

Dia da Promulgação da Primeira Constituição
A elaboração da constituição brasileira de 1891 serviu para organizar um regime livre e democrático, foi idealizada e elaborada pelo ministro da Fazenda Rui Barbosa.
Democracia é um regime de governo onde o poder de tomar importantes decisões políticas está com os cidadãos.
O voto passou a ser direto e universal, o regime de governo escolhido foi o presidencialismo.
Assumem o poder os Marechais Manuel Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto.
Rodrigues Alves foi o primeiro presidente reeleito democraticamente do Brasil - apesar de não ter assumido por morrer às vésperas da posse por gripe espanhola.

Frase famosa: democracia é o "governo do povo, pelo povo e para o povo".
Fonte: smartkids.com.br / Equipe Comunica ICOED
Postagem: Bruno Martins

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Um Recado do pai: A Viúva do profeta e o Azeite

E ela disse: Tua serva não tem nada em casa, senão uma botija de azeite.” (2Rs 4.2).

Há inúmeros anônimos na Bíblia. Pessoas que, propositalmente, as Escrituras não nos revelam seus nomes, talvez para que nos identifiquemos com muitas delas, nas mais variadas circunstâncias... A mulher de nossa história é uma delas. O texto sagrado nos diz: “E uma mulher, das mulheres dos filhos dos profetas.”

Esta jovem senhora era esposa de um dos discípulos dos profetas em Israel. O “reitor” da “Escola dos profetas”, ou do “seminário teológico daquela época”, era Eliseu, o sucessor de Elias. Ele era o responsável pelo que os jovens vocacionados aprendiam e colocavam em prática.

Não sabemos como eram as aulas naquele tempo, se em salas de aula, como no modelo da escola grega, ou se “assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te” (Dt 6.7), como na escola hebraica, em contexto familiar. Provavelmente, foi no modelo hebraico assim como Jesus discipulou os seus doze vocacionados para o apostolado.

Eliseu conhecia o jovem esposo daquela mulher. Ela chegou-se ao profeta de Deus, clamando, e, talvez com lágrimas nos olhos, em atitude suplicante, ela disse: “Meu marido, teu servo, morreu; e tu sabes que o teu servo temia ao Senhor; e veio o credor, para levar os meus dois filhos para serem servos” (v.1). Era uma situação difícil e urgente. A viúva foi concisa e trouxe para Eliseu o problema angustiante, depositando aos seus pés sua necessidade.

O nome de Eliseu significa “Deus é salvador”. Talvez baseada nessa premissa, ela tivesse deixado toda a sua angústia nas mãos dele... A familiaridade com que ela fala do marido ao profeta mostra que ele realmente servira a Eliseu. Ela o identifica como “meu marido, teu servo”, isto significa que Eliseu sabia bem quem era o falecido. Talvez até mesmo Eliseu tivesse feito o serviço fúnebre no enterro dele, agradecendo a Deus por sua vida e pedindo o consolo para a família enlutada... E, agora, ali estava o problema...

A viúva ficaria sem os filhos, talvez adolescentes, pois seriam levados pelo credor para pagar as dívidas da família, como era costume na época. Isto significaria seu total desamparo, pois como uma viúva sobreviveria num contexto de discriminação ao serviço feminino remunerado? Junto com os filhos, ela poderia trabalhar e conseguir a subsistência, mas, sozinha, seria impossível...

Eliseu lhe perguntou: “Que te hei de fazer? Dize-me que é o que tens em casa.”E ela disse: “Tua serva não tem nada em casa, senão uma botija de azeite”. Isto bastava para Deus operar o milagre. Era necessário construir sua segurança a partir do que fora deixado pelo marido. E havia uma botija de azeite. Este deveria ser um azeite muito puro e de boa qualidade, pois talvez aquela botija guardada era para produzir o azeite da unção, usado pelos profetas para seu ministério junto aos enfermos e nas consagrações. E tanto poderia ser usado na alimentação, na produção de remédios, no serviço ministerial e para tantos fins comerciais.

Eliseu estava dando àquela mulher viúva, anônima, e aos seus filhos as chaves para um negócio lucrativo e abençoado. A sua independência financeira por meio do “pouco” que o marido deixara para a família. A multiplicação do azeite aconteceria com a sua obediência às recomendações do profeta Eliseu.


“Então disse ele: Vai, pede emprestadas, de todos os teus vizinhos, vasilhas vazias, não poucas. Então entra, e fecha a porta sobre ti, e sobre teus filhos, e deita o azeite em todas aquelas vasilhas, e põe à parte a que estiver cheia.” (v.3-4). O profeta sabia que ela não teria tantas vasilhas para encher de azeite. Seriam potes próprios para conter azeite. E a casa se encheu de vasilhas. E a porta foi fechada. Quem sabe uma oração subiu aos céus naquela hora? Quem sabe ela tenha dado a mão aos filhos e, juntos, pediram e já agradeceram pelo milagre de Deus? Quem sabe se lembraram das orações do pai falecido e ficaram cheios de coragem e fé?


Como você, querida irmã, reagiria em tal situação? Qual seria a sua atitude, se, ao buscar ajuda do “ex-patrão” de seu marido, ele mandasse você trabalhar junto com os filhos (pedindo emprestadas muitas vasilhas)? Será que o profeta não deveria acolher os órfãos e a viúva naquela “casa de profetas” e arranjar um “serviço” para ela, talvez de “cozinheira” ou “lavadeira” para pagar aos credores? Será que ele não deveria “levantar” o valor da dívida com os outros “crentes” e dar para ela?

Ela obedeceu, e todas as vasilhas foram completamente cheias. Ela mesma foi ao profeta para saber qual seria o próximo passo a ser dado. Então “disse ele: Vai, vende o azeite, e paga a tua dívida; e tu e teus filhos vivei do resto” (v.7). Que alegria para ela e para os filhos. O azeite era um produto caro e os recursos advindos da sua venda dariam para pagar a dívida (quem sabe, do aluguel? Ou da farmácia? Ou de um empréstimo no banco?), e ainda sobraria bastante para ela e os filhos viverem...

É certo que haveria muito trabalho pela frente, mas o milagre acontecera. Deus opera os seus milagres em nossas vidas, mas não dispensa o nosso trabalho, a nossa obediência e humildade diante dos problemas da vida.

Lembre-se, queridos (as) irmãos (ãs), todo problema tem solução. É preciso pegar a “fórmula” e aplicá-la da maneira correta. A Palavra de Deus tem as respostas de que precisamos. Ore. Confie. Descanse. Obedeça ao Senhor e veja o milagre acontecer. Experimente...

Fonte: http://deixaoreinovir.blogspot.com/ Equipe Comunica ICOED
Postagem: Bruno Martins

Hoje é dia de...


DIA DO SURDO

Dia do Surdo
Você sabia que o surdo é uma pessoa tem deficiências auditivas e da fala. Muitos deficientes auditivos aprender a falar através de aulas e treinamento. É preciso sim muita força de vontade, mas com dedicação e determinação muitos deficientes auditivos conseguem se comunicar através da fala.
A leitura labial também é muito freqüente no dias de hoje. Por isto não se esqueça de quando estiver se comunicando com alguém nestas condições, articular bem as palavras e mantenha-se de frente para a pessoa. O seu corpo e sua expressão facial podem auxiliar muito na comunicação com os deficientes auditivos, por isto utilize gestos, sinais e movimentos corporais.
No Brasil a língua de sinais utilizados pelos usados urbanos brasileiros é chamada Libras. 
Fonte: smartkids.com.br / Equipe Comunica ICOED
Postagem: Bruno Martins

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Um Recado do pai: O Culto deve ser Divertido?


Hebreus 10.24,25 – “E consideremos uns aos outros para nos incentivarmos ao amor e às boas obras. Não deixemos de reunir-nos como igreja, segundo o costume de alguns, mas procuremos encorajar-nos uns aos outros, ainda mais quando vocês vêem que se aproxima o Dia.” Mais de uma vez ouvi cristãos afirmando que o culto deve ser divertido, ou agirem como se eles tivessem uma responsabilidade de provar que os cristãos sabiam como “curtir” na igreja. Sempre me senti desconfortável com essa conexão, então comecei a pensar sobre o lugar da “diversão” no culto, e se isso realmente existe. Gostaria de tratar a questão respondendo como eu a fiz, e então considerando duas maneiras pelas quais ela pode ser reescrita. O culto deve ser divertido? Se tomarmos o testemunho exaustivo da Escritura, a resposta poderia ser um ressoante NÃO. “Diversão” não parece caracterizar muitas das cenas onde o povo encontra Deus na Bíblia. Somos ensinados a adorar a Deus com reverência e respeito, pois ele é fogo consumidor (Hb 12.28-29). Ter “diversão” nunca deveria ser nosso motivo principal quando nos reunimos. Nosso alvo é lembrar a grandeza de Deus, apresentar nossas petições diante dele, e agradecê-lo por suas misericórdias abundantes em Jesus Cristo. Celebração certamente deve ser incluída nisso, mas existem também momentos em que adorar a Deus produz temor, lágrimas de arrependimento, e um profundo silêncio.
Mas, deixe-me refazer a questão. O culto pode ser divertido? Depende de como definimos “diversão”. Eu sei que alguns de vocês não acreditam que eu esteja realmente levando em consideração essa ideia. E é possível que ganhe alguns comentários a esse respeito. Mas acredite: não estou tentando ser leviano. De fato, estou, no momento, na conferência de pastores de John Piper e, na última noite, ouvi uma mensagem de R.C. Sproul sobre a santidade de Deus em Isaías 6. Foi poderosa, convincente e sóbria. Adoramos a um Deus santo.
Se “diversão” for definida como uma atividade leve, sem propósito ou significado, estritamente a fim de entreter, então a resposta a “o culto pode ser divertido” deve certamente ser não. Quando adoramos a Deus juntos, não estamos procurando ser meramente entretidos ou momentaneamente distraídos dos cuidados deste mundo. Recreação não é o mesmo que adoração. Nossa alegria e prazer devem estar sempre fundamentados e formados pelos atos, natureza e atributos de Deus.
Entretanto, quando procuro por “diversão” em meu dicionário, o primeiro significado é “agradável”. Se estamos perguntando “adorar a Deus pode ser agradável?” então certamente a resposta deve ser sim. Isaías 6 não é o único capítulo da Escritura que descreve como nos relacionamos com Deus. Houve inúmeras vezes em que estive liderando o culto ou cantando como parte da congregação e pensei “eu amo fazer isso!”. O prazer inundou minha alma, e eu pude legitimamente dizer que eu estava tendo “diversão”!
Talvez isso seja semelhante ao que os israelitas experimentaram em 2 Crônicas 30. Eles estavam gostando tanto de celebrar a Festa dos Pães Asmos por sete dias que Ezequias e o povo espontaneamente decidiram manter a festa por mais sete dias (2 Cr 30.22,23)! Deve ter sido uma bela celebração! Em outra ocasião, Esdras e os sacerdotes disseram ao povo para que não se entristecessem ou chorassem porque aquele dia era “consagrado ao Senhor”, e que a alegria do Senhor era a força deles (Ne 8.9,10). Santidade e alegria não são necessariamente exclusivas.
Quando meus filhos estavam crescendo, eu queria que eles desejassem cantar músicas de louvor, e não vissem o relacionamento com Deus como algo que era apenas sério, sóbrio e solene. Afinal de contas, cantar ao Senhor deveria ser prazeroso (Sl 135.3; Sl 147.1). Davi dançou na presença do Senhor com toda sua força enquanto trazia a arca de volta a Jerusalém (2 Sm 6.12-15). O Salmista alegrou-se quando lhe disseram: “Vamos à casa do Senhor!” (Sl 122.1). Então, sim, quando definido como prazer, e não visto como o único aspecto do culto, adorar a Deus pode ser muito “divertido”. As pessoas não deveriam achar nossas reuniões sombrias ou sem vida. Sorrisos e mesmo risadas deveriam fluir enquanto consideramos quão bom, misericordioso e gracioso Deus tem sido a nós (Sl 126.2)!
Mas, deixe-me reescrever a questão mais uma vez, para expandir a aplicação. “Nossa diversão deveria ser um culto”? Bem, agora a resposta deve ser certamente “sim”. Somos ensinados em 1 Co 10.31 que quer comamos ou bebamos ou façamos qualquer coisa, façamos tudo para a glória de Deus. Ao invés de enfocar ou fazer a nossa adoração corporativa divertida, deveríamos dedicar mais tempo tendo certeza de que nossa “diversão” é adoração.
Aqui estão algumas questões que podem nos levar nessa direção:
Eu escolho uma atividade divertida porque não há nada mais para fazer ou porque eu creio que de alguma forma ela levará ao crescimento do meu amor pelo Senhor?
Quando eu jogo algo, participo de esportes ou me dedico a um hobby, minha atitude demonstra o fruto do Espírito?
Quando eu saio com um grupo de amigos, estou apenas procurando divertir-me, ou glorificar a Deus através de encorajamento, luta contra o pecado e serviço a eles?
As atividades que eu considero “divertidas” aumentam minhas afeições pelo Senhor ou a diluem?
Eu enxergo meu tempo livre como pertencente a mim ou ao Senhor?
A diversão que o mundo oferece é insatisfatória, enganosa e temporária. Não vamos idolatrá-la ou cair por causa dela. Como cristãos, podemos desfrutar de atividades divertidas sem acreditar que elas são as raízes de nossa alegria. A diversão, alegria, prazer e celebração que experimentamos quando adoramos a Deus é maior que o mundo poderá conhecer, porque a raiz dela é saber que somos completamente perdoados através do sacrifício substitutivo de Jesus Cristo. Nossa alegria está no próprio Deus. Seríamos tolos de procurá-la em outro lugar.

Viahttp://deixaoreinovir.blogspot.com/ Equipe Comunica ICOED
Postagem: Bruno Martins