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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Um Recado do pai: A Viúva do profeta e o Azeite

E ela disse: Tua serva não tem nada em casa, senão uma botija de azeite.” (2Rs 4.2).

Há inúmeros anônimos na Bíblia. Pessoas que, propositalmente, as Escrituras não nos revelam seus nomes, talvez para que nos identifiquemos com muitas delas, nas mais variadas circunstâncias... A mulher de nossa história é uma delas. O texto sagrado nos diz: “E uma mulher, das mulheres dos filhos dos profetas.”

Esta jovem senhora era esposa de um dos discípulos dos profetas em Israel. O “reitor” da “Escola dos profetas”, ou do “seminário teológico daquela época”, era Eliseu, o sucessor de Elias. Ele era o responsável pelo que os jovens vocacionados aprendiam e colocavam em prática.

Não sabemos como eram as aulas naquele tempo, se em salas de aula, como no modelo da escola grega, ou se “assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te” (Dt 6.7), como na escola hebraica, em contexto familiar. Provavelmente, foi no modelo hebraico assim como Jesus discipulou os seus doze vocacionados para o apostolado.

Eliseu conhecia o jovem esposo daquela mulher. Ela chegou-se ao profeta de Deus, clamando, e, talvez com lágrimas nos olhos, em atitude suplicante, ela disse: “Meu marido, teu servo, morreu; e tu sabes que o teu servo temia ao Senhor; e veio o credor, para levar os meus dois filhos para serem servos” (v.1). Era uma situação difícil e urgente. A viúva foi concisa e trouxe para Eliseu o problema angustiante, depositando aos seus pés sua necessidade.

O nome de Eliseu significa “Deus é salvador”. Talvez baseada nessa premissa, ela tivesse deixado toda a sua angústia nas mãos dele... A familiaridade com que ela fala do marido ao profeta mostra que ele realmente servira a Eliseu. Ela o identifica como “meu marido, teu servo”, isto significa que Eliseu sabia bem quem era o falecido. Talvez até mesmo Eliseu tivesse feito o serviço fúnebre no enterro dele, agradecendo a Deus por sua vida e pedindo o consolo para a família enlutada... E, agora, ali estava o problema...

A viúva ficaria sem os filhos, talvez adolescentes, pois seriam levados pelo credor para pagar as dívidas da família, como era costume na época. Isto significaria seu total desamparo, pois como uma viúva sobreviveria num contexto de discriminação ao serviço feminino remunerado? Junto com os filhos, ela poderia trabalhar e conseguir a subsistência, mas, sozinha, seria impossível...

Eliseu lhe perguntou: “Que te hei de fazer? Dize-me que é o que tens em casa.”E ela disse: “Tua serva não tem nada em casa, senão uma botija de azeite”. Isto bastava para Deus operar o milagre. Era necessário construir sua segurança a partir do que fora deixado pelo marido. E havia uma botija de azeite. Este deveria ser um azeite muito puro e de boa qualidade, pois talvez aquela botija guardada era para produzir o azeite da unção, usado pelos profetas para seu ministério junto aos enfermos e nas consagrações. E tanto poderia ser usado na alimentação, na produção de remédios, no serviço ministerial e para tantos fins comerciais.

Eliseu estava dando àquela mulher viúva, anônima, e aos seus filhos as chaves para um negócio lucrativo e abençoado. A sua independência financeira por meio do “pouco” que o marido deixara para a família. A multiplicação do azeite aconteceria com a sua obediência às recomendações do profeta Eliseu.


“Então disse ele: Vai, pede emprestadas, de todos os teus vizinhos, vasilhas vazias, não poucas. Então entra, e fecha a porta sobre ti, e sobre teus filhos, e deita o azeite em todas aquelas vasilhas, e põe à parte a que estiver cheia.” (v.3-4). O profeta sabia que ela não teria tantas vasilhas para encher de azeite. Seriam potes próprios para conter azeite. E a casa se encheu de vasilhas. E a porta foi fechada. Quem sabe uma oração subiu aos céus naquela hora? Quem sabe ela tenha dado a mão aos filhos e, juntos, pediram e já agradeceram pelo milagre de Deus? Quem sabe se lembraram das orações do pai falecido e ficaram cheios de coragem e fé?


Como você, querida irmã, reagiria em tal situação? Qual seria a sua atitude, se, ao buscar ajuda do “ex-patrão” de seu marido, ele mandasse você trabalhar junto com os filhos (pedindo emprestadas muitas vasilhas)? Será que o profeta não deveria acolher os órfãos e a viúva naquela “casa de profetas” e arranjar um “serviço” para ela, talvez de “cozinheira” ou “lavadeira” para pagar aos credores? Será que ele não deveria “levantar” o valor da dívida com os outros “crentes” e dar para ela?

Ela obedeceu, e todas as vasilhas foram completamente cheias. Ela mesma foi ao profeta para saber qual seria o próximo passo a ser dado. Então “disse ele: Vai, vende o azeite, e paga a tua dívida; e tu e teus filhos vivei do resto” (v.7). Que alegria para ela e para os filhos. O azeite era um produto caro e os recursos advindos da sua venda dariam para pagar a dívida (quem sabe, do aluguel? Ou da farmácia? Ou de um empréstimo no banco?), e ainda sobraria bastante para ela e os filhos viverem...

É certo que haveria muito trabalho pela frente, mas o milagre acontecera. Deus opera os seus milagres em nossas vidas, mas não dispensa o nosso trabalho, a nossa obediência e humildade diante dos problemas da vida.

Lembre-se, queridos (as) irmãos (ãs), todo problema tem solução. É preciso pegar a “fórmula” e aplicá-la da maneira correta. A Palavra de Deus tem as respostas de que precisamos. Ore. Confie. Descanse. Obedeça ao Senhor e veja o milagre acontecer. Experimente...

Fonte: http://deixaoreinovir.blogspot.com/ Equipe Comunica ICOED
Postagem: Bruno Martins

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Um Recado do pai: O Culto deve ser Divertido?


Hebreus 10.24,25 – “E consideremos uns aos outros para nos incentivarmos ao amor e às boas obras. Não deixemos de reunir-nos como igreja, segundo o costume de alguns, mas procuremos encorajar-nos uns aos outros, ainda mais quando vocês vêem que se aproxima o Dia.” Mais de uma vez ouvi cristãos afirmando que o culto deve ser divertido, ou agirem como se eles tivessem uma responsabilidade de provar que os cristãos sabiam como “curtir” na igreja. Sempre me senti desconfortável com essa conexão, então comecei a pensar sobre o lugar da “diversão” no culto, e se isso realmente existe. Gostaria de tratar a questão respondendo como eu a fiz, e então considerando duas maneiras pelas quais ela pode ser reescrita. O culto deve ser divertido? Se tomarmos o testemunho exaustivo da Escritura, a resposta poderia ser um ressoante NÃO. “Diversão” não parece caracterizar muitas das cenas onde o povo encontra Deus na Bíblia. Somos ensinados a adorar a Deus com reverência e respeito, pois ele é fogo consumidor (Hb 12.28-29). Ter “diversão” nunca deveria ser nosso motivo principal quando nos reunimos. Nosso alvo é lembrar a grandeza de Deus, apresentar nossas petições diante dele, e agradecê-lo por suas misericórdias abundantes em Jesus Cristo. Celebração certamente deve ser incluída nisso, mas existem também momentos em que adorar a Deus produz temor, lágrimas de arrependimento, e um profundo silêncio.
Mas, deixe-me refazer a questão. O culto pode ser divertido? Depende de como definimos “diversão”. Eu sei que alguns de vocês não acreditam que eu esteja realmente levando em consideração essa ideia. E é possível que ganhe alguns comentários a esse respeito. Mas acredite: não estou tentando ser leviano. De fato, estou, no momento, na conferência de pastores de John Piper e, na última noite, ouvi uma mensagem de R.C. Sproul sobre a santidade de Deus em Isaías 6. Foi poderosa, convincente e sóbria. Adoramos a um Deus santo.
Se “diversão” for definida como uma atividade leve, sem propósito ou significado, estritamente a fim de entreter, então a resposta a “o culto pode ser divertido” deve certamente ser não. Quando adoramos a Deus juntos, não estamos procurando ser meramente entretidos ou momentaneamente distraídos dos cuidados deste mundo. Recreação não é o mesmo que adoração. Nossa alegria e prazer devem estar sempre fundamentados e formados pelos atos, natureza e atributos de Deus.
Entretanto, quando procuro por “diversão” em meu dicionário, o primeiro significado é “agradável”. Se estamos perguntando “adorar a Deus pode ser agradável?” então certamente a resposta deve ser sim. Isaías 6 não é o único capítulo da Escritura que descreve como nos relacionamos com Deus. Houve inúmeras vezes em que estive liderando o culto ou cantando como parte da congregação e pensei “eu amo fazer isso!”. O prazer inundou minha alma, e eu pude legitimamente dizer que eu estava tendo “diversão”!
Talvez isso seja semelhante ao que os israelitas experimentaram em 2 Crônicas 30. Eles estavam gostando tanto de celebrar a Festa dos Pães Asmos por sete dias que Ezequias e o povo espontaneamente decidiram manter a festa por mais sete dias (2 Cr 30.22,23)! Deve ter sido uma bela celebração! Em outra ocasião, Esdras e os sacerdotes disseram ao povo para que não se entristecessem ou chorassem porque aquele dia era “consagrado ao Senhor”, e que a alegria do Senhor era a força deles (Ne 8.9,10). Santidade e alegria não são necessariamente exclusivas.
Quando meus filhos estavam crescendo, eu queria que eles desejassem cantar músicas de louvor, e não vissem o relacionamento com Deus como algo que era apenas sério, sóbrio e solene. Afinal de contas, cantar ao Senhor deveria ser prazeroso (Sl 135.3; Sl 147.1). Davi dançou na presença do Senhor com toda sua força enquanto trazia a arca de volta a Jerusalém (2 Sm 6.12-15). O Salmista alegrou-se quando lhe disseram: “Vamos à casa do Senhor!” (Sl 122.1). Então, sim, quando definido como prazer, e não visto como o único aspecto do culto, adorar a Deus pode ser muito “divertido”. As pessoas não deveriam achar nossas reuniões sombrias ou sem vida. Sorrisos e mesmo risadas deveriam fluir enquanto consideramos quão bom, misericordioso e gracioso Deus tem sido a nós (Sl 126.2)!
Mas, deixe-me reescrever a questão mais uma vez, para expandir a aplicação. “Nossa diversão deveria ser um culto”? Bem, agora a resposta deve ser certamente “sim”. Somos ensinados em 1 Co 10.31 que quer comamos ou bebamos ou façamos qualquer coisa, façamos tudo para a glória de Deus. Ao invés de enfocar ou fazer a nossa adoração corporativa divertida, deveríamos dedicar mais tempo tendo certeza de que nossa “diversão” é adoração.
Aqui estão algumas questões que podem nos levar nessa direção:
Eu escolho uma atividade divertida porque não há nada mais para fazer ou porque eu creio que de alguma forma ela levará ao crescimento do meu amor pelo Senhor?
Quando eu jogo algo, participo de esportes ou me dedico a um hobby, minha atitude demonstra o fruto do Espírito?
Quando eu saio com um grupo de amigos, estou apenas procurando divertir-me, ou glorificar a Deus através de encorajamento, luta contra o pecado e serviço a eles?
As atividades que eu considero “divertidas” aumentam minhas afeições pelo Senhor ou a diluem?
Eu enxergo meu tempo livre como pertencente a mim ou ao Senhor?
A diversão que o mundo oferece é insatisfatória, enganosa e temporária. Não vamos idolatrá-la ou cair por causa dela. Como cristãos, podemos desfrutar de atividades divertidas sem acreditar que elas são as raízes de nossa alegria. A diversão, alegria, prazer e celebração que experimentamos quando adoramos a Deus é maior que o mundo poderá conhecer, porque a raiz dela é saber que somos completamente perdoados através do sacrifício substitutivo de Jesus Cristo. Nossa alegria está no próprio Deus. Seríamos tolos de procurá-la em outro lugar.

Viahttp://deixaoreinovir.blogspot.com/ Equipe Comunica ICOED
Postagem: Bruno Martins

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Um Recado do pai: AMIGO É DURO A ESCALADA.


A VIDA É UMA ÍNGREME, E QUANDO ALGUÉM QUE JÁ ESTÁ MAIS NO ALTO NOS CONFORTA LÁ DE CIMA E NOS ANIMA A PROSSEGUIR NA ESCALADA ISSO FAZ BEM AO NOSSO CORAÇÃO. TODOS SOMOS COMO UM GRUPO DE ALPINISTAS, E PRECISAMOS AJUDAR-NOS UNS AOS OUTROS. ESTA ESCALADA EM QUE ESTAMOS É UM TRABALHO SÉRIO, MAS GLORIOSO. A CHEGADA AO CIMO REQUER FORÇA E PASSO DECIDIDO . À MEDIDA QUE SUBIMOS, A VISÃO SE AMPLIA . SE ALGUM DE NÓS DESCOBRE ALGUMA COISA QUE VALE A PENA, DEVE DIZÊ-LO AOS QUE ESTÃO MAIS BAIXO.

Fonte: http://roberto-servo.blogspot.com/ Equipe Comunica ICOED
Postagem: Bruno Martins

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Um Recado do pai: Coragem de Mudar


“Pelo que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (2 Coríntios 5:17).
Duas rãs eram vizinhas. Uma delas habitava uma lagoa profunda distante dos olhares públicos e a outra em um valão com pouca água e atravessado por uma estrada rural. A rã que vivia na lagoa advertia sempre a amiga do perigo e lhe aconselhava a mudar de residência. Convidou-a a morar com ela na lagoa onde teria mais segurança e comida mais abundante. A outra recusava dizendo que estava acostumada ao lugar onde vivia e seria muito difícil a mudança. Um certo dia, um carro passou pelo local e esmagou a rã embaixo de suas rodas.

Muitos cristãos vivem acomodados em seu viver diário, sem frutos, sem experiências, sem ousadia espiritual. Temem qualquer tipo de mudança e acabam sendo inúteis para a expansão do reino de Deus. Estão tão conformados com as vidas fúteis e debilitadas que não são capazes de enxergar o muito que Deus quer fazer através de seus testemunhos.

Alguns pensam que uma pessoa que vive diante de Deus não tem vontade própria e é dirigida como um autômato que apenas obedece o que lhe mandam. Não pode isso e aquilo, não podem brincar, nem se divertir, nem experimentar as coisas boas da vida. Estão equivocados!
Jesus veio nos trazer vida abundante e eterna. Veio mostrar que quando temos a coragem de mudar os antigos costumes, novos horizontes de felicidade se abrem diante de nós e mesmo ao enfrentar as tempestades que sobre todos se abatem, temos a paz verdadeira e motivos de regozijo pela certeza de que o Senhor estará caminhando sempre ao nosso lado, pronto a interceder quando isso se fizer necessário. Por que viver na sequidão e escassez se o Senhor nos oferece a profundidade de Seu amor e a fartura de suas bênçãos?
E você está disposto a mudar?

Fonte: estudoscristaos.com / Equipe comunica ICOED
Postagem: Bruno Martins

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Um Recado do pai: Encontrando a porta.


“Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, será salvo; entrará e sairá, e achará pastagens” (João 10:9).
“Se eu for um dos eleitos, então eu serei salvo, e se não for, nada poderei fazer por mim mesmo,” foi o argumento tolo usado por um fazendeiro que se dizia muito religioso conversando com um velho amigo que o visitava naquele dia.
“Então sua situação é pior que a de suas vacas, pois, vejo-as entrando pela porta do celeiro sem questionar se o lugar é para elas,” respondeu o amigo visitante.



Quando nos acomodamos, em nossa religiosidade, crendo que tudo será feito por Deus independente do que venhamos a fazer, acabamos perdendo a bênção do Senhor e a vida abundante que Ele nos promete.

Cremos, muitas vezes, que basta sermos religiosos para que nosso lugar no céu esteja reservado. Dizemos até que toda religião ou todo caminho leva a Deus, mas a Palavra é clara e nos afirma que existe apenas um “Caminho” e nenhuma outra outra porta nos fará entrar nas mansões celestiais a não ser o próprio Cristo.
Em nossa caminhada pela vida encontramos uma grande variedade de portões ou porteiras, mas apenas uma porta é verdadeira e é por ela que teremos de passar.
Tomemos a decisão de entrar por esta porta, para que alcancemos a plenitude da alegria que se encontra na presença do Senhor.

Fonte: estudoscristaos.com / Equipe Comunica ICOED
Postagem: Bruno Martins

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Um Recado do pai: Carregando pedras


Um fervoroso devoto estava atravessando uma fase muito penosa, com graves problemas de saúde em família e sérias dificuldades financeiras. Por isso orava diariamente pedindo ao Senhor que o livrasse de tamanhas atribulações.
Um dia, enquanto fazia suas preces, um anjo lhe apareceu, trazendo-lhe uma mochila e a seguinte mensagem:

- O Senhor se compadeceu da sua situação e manda lhe dizer que é para você colocar nesta mochila o máximo de pedras que conseguir e carregá-la com você, em suas costas, por um ano, sem tirá-la por um instante sequer.
Manda também lhe dizer que, se você fizer isso, no final desse tempo, ao abrir a mochila, terá uma grande alegria e uma grande decepção.

E desapareceu, deixando o homem bastante confuso e revoltado.
“Como pode o Senhor brincar comigo dessa maneira? Eu oro sem cessar, pedindo a Sua ajuda, e Ele me manda carregar pedras?” Já não lhe bastam os tormentos e provações que estou vivendo?”, pensava o devoto.
Mas, ao contar para sua mulher a estranha ordem que recebera do Senhor, ela lhe disse que talvez fosse prudente seguir as determinações dos Céus, e concluiu dizendo:
- Deus sempre sabe o que faz…
O homem estava decidido a não fazer o que o Senhor lhe ordenara, mas, por via das dúvidas, resolveu cumpri-las em parte, após ouvir a recomendação da sua mulher.
Assim, colocou duas pedras, pequenas, dentro da mochila e carregou-a nas costas por longos doze meses.
Findo esse tempo, na manhã da data marcada, e mal se contendo de tanta curiosidade, abriu a mochila conforme as ordens do Senhor e descobriu que as duas pedras que carregara nas costas por um ano tinham se transformado em pepitas de ouro…
Todos os episódios que vivemos na vida, inclusive os piores e mais duros de se suportar, são sempre extraordinárias e maravilhosas fontes de crescimento.
Temendo a dor, a maioria se recusa a enfrentar desafios, a partir para novas direções, a sair do lugar comum, da mesmice de sempre.
Temendo o peso e o cansaço, a maioria faz tudo para evitar situações novas, embaraçosas, que envolvam qualquer tipo de conflito.
Mas aqueles que encaram pra valer as situações que a vida propõe, aqueles que resolvem “carregar as pedras”, ao invés de evitá-las, negá-las ou esquivar-se delas, esses alcançam a plenitude do viver e transformam, com o tempo, o peso das pedras que transportaram em peso de sabedoria.

Fonte: estudoscristaos.com / Equipe Comunica ICOED
Postagem: Bruno Martins

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Um Recado do pai: A arte de Semear!


Um homem morava numa cidade grande e trabalhava numa fábrica. Todos os dias ele pegava o ônibus das 6h15 e viajava cinqüenta minutos até o trabalho…à tardinha fazia a mesma coisa, voltando para a casa.
No ponto seguinte ao que homem subia, entrava uma velhinha, que procurava sempre sentar na janela. Abria a bolsa tirava um pacotinho e passava viagem toda jogando alguma coisa para fora do ônibus.

Um dia, o homem reparou na cena. Ficou curioso. No dia seguinte, a mesma coisa. Certa vez o homem sentou-se ao lado da velhinha e não resistiu:
- Bom dia, desculpe a curiosidade, mas o que a senhora esta jogando pela janela ?
- Bom dia, respondeu a velhinha. – Jogo sementes…
- Sementes ?… Sementes de quê ?
- De flor.
É que eu viajo neste ônibus todos os dias. Olho para fora e a estrada é tão vazia. E gostaria de poder viajar vendo flores coloridas por todo o caminho… Imagine como seria bom.
- Mas a senhora não vê que as sementes caem no asfalto, são esmagadas pelos pneus dos carros, devoradas pelos passarinhos… A senhora acha que essas flores vão nascer aí, na beira da estrada ?
- Acho, meu filho. Mesmo que muitas sejam perdidas, algumas certamente acabam caindo na terra e com o tempo vão brotar.
- Mesmo assim, demoram para crescer, precisam de água…
- Ah, eu faço minha parte. Sempre há dias de chuva. Além disso, apesar da demora, se eu não jogar as sementes, as flores nunca vão nascer.
Dizendo isso, a velhinha virou-se para a janela aberta e recomeçou seu “trabalho”. O homem desceu logo adiante, achando que a velhinha já estava meio “caduca”.
O tempo passou. Um dia, no mesmo ônibus, sentado à janela, o homem levou um susto…
… olhou para fora e viu margaridas na beira da estrada, hortênsias azuis, rosas, cravos, dálias… A paisagem estava colorida, perfumada, linda. O homem lembrou-se da velhinha, procurou-a no ônibus e…nada !
Acabou perguntando para o cobrador, que conhecia todo mundo…
- A velhinha das sementes ? Pois é, morreu de pneumonia, no mês passado…
O homem voltou para o seu lugar e continuou olhando a paisagem florida pela janela, e sentiu uma lágrima correr pelo rosto, e um sorriso desabrochar em sua face…
“Quem diria, as flores brotaram mesmo…”
“Mas, pensando bem, de que adiantou o trabalho da velhinha ? A coitada morreu, e não pode ver esta beleza toda que ela fora responsável…”.
Nesse instante, o homem escutou atrás de si, uma gostosa risada de criança…
Num banco logo atrás, um garotinha apontava pela janela entusiasmada…
- Olha mamãe, que lindo, quanta flor pela estrada… Como se chamam aquelas azuis ?…e as branquinhas ?
Então, o homem entendeu o que a velhinha tinha feito…
Mesmo não estando ali para contemplar as flores que tinha plantado, a velhinha devia estar feliz. Afinal, ela tinha dado um presente maravilhoso para as pessoas.
No dia seguinte, o homem entrou no ônibus, sentou-se numa janela e, com um sorriso maroto nos lábios, tirou um pacotinho do bolso…

Fonte: estudoscristaos.com / Equipe Comunica ICOED
Postagem: Bruno Martins

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Um Recado do pai: O temor do Senhor


O temor do Senhor… |
Provérbios 1:7 – O temor do SENHOR é o princípio do conhecimento; os loucos desprezam a sabedoria e a instrução.
O temor de Deus é uma das bases firmes para se construir uma história de fé duradoura. Temos vivido um tempo onde há escassez de temor. As pessoas que se dizem cristãs tem aceitado cada comportamento duvidoso em suas vidas, que tem se tornado cada dia mais difícil saber se uma pessoa serve ao Senhor ou não.
Temer a Deus é respeitá-lo. É procurar viver de modo que seja agradável ao Pai. É alinhar nosso comportamento com a maneira santa que o Criador planejou para cada um de nós. É agir como se Cristo fosse voltar ao término do dia.
Sua vida pode estar um pouco desorientada por falta de temor. Pare de aceitar a imoralidade na sua vida. Abandone relacionamentos impuros. Pare de alimentar seus olhos e seu corpo com o pecado. Aceite o padrão de pureza que o Pai determinou para você.
O temor do Senhor é o princípio da sabedoria.
Seja sábio!
A fidelidade e o perdão de Deus são muito maiores que nossos erros . se Deus é por nós,quem será contra nós.” rm 8:31
Fonte: estudoscristaos.com / Equipe Comunica ICOED
Postagem: Bruno Martins

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Um Recado do pai: Tempo Certo!





Ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; o produto da oliveira minta, e os campos não produzam mantimento; as ovelhas sejam arrebatadas do aprisco, e nos currais não haja gado, todavia, eu me alegro no SENHOR, exulto no Deus da minha salvação.” Habacuque 3:17-18

Pensamento: Imaginem a situação de Habacuque, sem previsão de colheita, sem poder contar com a sua produção, sem perspectivas nem sequer de garantir o seu próprio mantimento.  Eu imagino que este homem tenha trabalhado tanto, se esforçado, se dedicado, e mesmo assim, devido às situações adversas, ele não alcançou o resultado que esperava.  Este homem poderia ter ficado frustrado, poderia ter murmurado, mas ele manteve sua alegria no Senhor.
 Ele devia ter uma família, e precisava lhes prover o sustento, devia ter contas para pagar, enfim, assim como nós hoje em dia, desde aquele tempo o homem enfrenta os mesmos problemas.  Mas ele acreditava no mesmo Deus que nós cremos, um Deus que é capaz de renovar a nossa esperança, porque podemos crer na Sua fidelidade, e porque podemos descansar na certeza de que Ele supre todas as nossas necessidades.
Oração: Senhor Deus, ainda que as adversidades se levantem contra mim, ainda que eu não alcance o resultado que eu espero, e mesmo que as coisas pareçam tão difíceis a ponto de me fazer pensar em jogar tudo para o alto, ainda assim, eu quero poder me alegrar, e glorificar ao Senhor, porque em Ti, eu sei que as tribulações são passageiras, e que logo o Senhor me trará a vitória.  Obrigado pela Sua fidelidade.  Eu oro em nome de Jesus.  Amém.

Fonte: estudoscristaos.com / Equipe Comunica ICOED
Postagem: Bruno Martins

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Um Recado do pai: Salmos 23


Devocionais Cristãos – Salmos 23
VERSÍCULO:
Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo; o teu bordão e o teu cajado me consolam.
Salmos 23:4
PENSAMENTO:
A morte é o cúmulo do sacrilégio no mundo atual.
Não gostamos de pensar nela, muito menos de falar dela.
No entanto, a morte é a realidade que não nos abandona. Nós perdemos amigos e parentes para a morte. Em algum ponto de nossas vidas, nós também inevitavelmente a enfrentaremos, a não ser que Jesus venha antes disto.
Então, qual é a nossa confiança ao encararmos o inescapável?
Nosso Pastor! Ele nos acompanhará, guiando-nos, protegendo-nos e confortando-nos na nossa jornada.
E como cristãos, esta promessa é ainda mais significativa, porque conhecemos Jesus como nosso Pastor, e Ele está indo à nossa frente, para assegurar que nossa caminhada pelo vale da morte não termine em morte, mas em glória.
ORAÇÃO:
Querido Pai do Céu, meu Pastor e Salvador, obrigado porque não tenho que enfrentar morte sozinho.
Eu busco sua orientação e ouço sua voz para me guiar pelo vale sombrio da morte, e me trazer para a sua presença santa e gloriosa, em vitória e alegria. Eu oro confiantemente no nome de Jesus. Amém.
Fonte: estudoscristaos.com / Equipe Comunica ICOED
Postagem: Bruno Martins

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Um Recado do pai: O Senhor Não Falhará — Eu Confiarei Sempre



O Senhor Não Falhará — Eu Confiarei Sempre


“Mas eu confio em ti, ó Senhor; e digo: Tu és o meu Deus”

(Salmos 31:14).

Um poeta e um artista examinavam, juntos, uma pintura de Poussin, retratando a cura dos dois cegos de Jericó.
O artista perguntou: “O que lhe parece a coisa mais notável nesta pintura?”
O poeta respondeu: “Tudo na pintura é excelente.

A forma dada a Cristo, as pessoas agrupadas, a expressão dos rostos, tudo”. O artista pareceu achar o toque mais importante em outro lugar. Apontando para os degraus de uma casa no canto da tela, ele disse: “Você vê uma bengala descartada ali?” “Sim, mas o que isso significa?” “Meu amigo, um cego estava sentado naqueles degraus, com a bengala na mão. Mas quando ele ouviu que Cristo se aproximava, estava tão certo que seria curado que ele deixa sua bengala jogada lá, pois, cria que não precisaria mais dela.
Ele apressou-se em direção ao Senhor como se já pudesse ver.”
Como seria bom se todos nós tivéssemos a fé daquele cego!
Deixaríamos de nos queixar de tudo, confiaríamos mais nas promessas de Deus, entenderíamos que tudo é possível para o Senhor e que a nossa bênção viria a qualquer momento.
Não haveria tanta angústia e as aflições que experimentamos seriam muito menores. Confiar no Senhor não é apenas lhe pedir coisas, mas crer, de antemão, que seremos atendidos naquilo que for melhor para nós.

Crer é saber esperar, é receber um não da mesma forma que recebemos um sim, é caminhar em direção ao nosso sonho mesmo antes de vê-lo concretizado.
Crer é agradecer ao Senhor por Seus cuidados, por Sua amizade, por Sua mão estendida toda vez que tropeçamos, mesmo que isso nos passe despercebido.
O Senhor não falhará jamais. Eu creio. Crerei sempre!

Fonte: estudoscristaos.com / Equipe Comunica ICOED
Postagem: Bruno Martins

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Um Recado do pai: Esperando em Deus!


E assim, esperando com paciência, alcançou a promessa.  (Hb 6.15.)
Abraão foi provado por longo tempo, mas foi abundantemente recompensado.  O Senhor o provou através de uma demora em cumprir a promessa.  Satanás o provou pela tentação; Sara o provou por sua impertinência; os homens o provaram pelo ciúme, desconfiança e oposição: mas ele suportou tudo pacientemente.  Não discutiu a veracidade da promessa, Não limitou o poder de Deus, não duvidou da Sua fidelidade, nem magoou o Seu amor.  Antes curvou-se à soberania de Deus, submeteu-se à Sua infinita sabedoria e ficou em silêncio, apesar das demoras, esperando a ocasião determinada pelo Senhor.  E assim, tendo esperado com paciência, alcançou a promessa.
As promessas de Deus não podem deixar de ser cumpridas.  Os que pacientemente esperam não serão decepcionados.  A expectação da fé será recompensada.
Amado leitor, a conduta de Abraão condena um espírito apressado, reprova a murmuração, recomenda o espírito paciente e encoraja uma quieta submissão à vontade e aos caminhos de Deus.  Lembre-se de que Abraão foi provado; de que ele esperou paciente¬mente; recebeu a promessa e foi satisfeito.  Imite o seu exemplo, e receberá a mesma bênção.
Mananciais no Deserto
Fonte: estudoscristaos.com / Equipe Comunica ICOED
Postagem: Bruno Martins

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Um Recado do pai: Deus sabe de todas as coisas


“Amas-me?  E respondeu-lhe: Senhor, tu sabes todas as coisas; tu sabes que te amo” João 21:17).
Eu estava faminto e você criou um clube humanitário para debater o problema de minha fome.  Eu estava encarcerado, e você saiu sorrateiramente em direção à sua igreja e orou pela minha libertação.  Eu estava nu e você, interiormente, debateu a moralidade de minha aparência.  Eu estava doente e você se ajoelhou, agradecendo a Deus por estar gozando plena saúde.  Eu não tinha onde morar e você orou rogando a Deus que me desse o abrigo espiritual de Seu amor.  Eu estava só e você me deixou só e foi orar por mim.  Você parece viver em santidade e bem perto de Deus, mas eu ainda estou faminto, só, e desalentado.
O que tem caracterizado a nossa vida cristã na sociedade em que vivemos?  O mundo tem percebido em nós uma aparência de preocupação pelo próximo ou tem testificado não só a preocupação mas também as atitudes em favor desse mesmo próximo?  Temos apenas orado para solução de problemas ou também agido para que esses problemas sejam solucionados?
O nosso texto bíblico de hoje mostra Pedro reconhecendo que Jesus”sabe todas as coisas”, inclusive se o nosso amor para com Ele é verdadeiro.  E, se O amamos, devemos amar também aqueles que nos cercam e que contam com a nossa atuação em favor de suas necessidades.
Será que Deus deseja que oremos e nos preocupemos com os que estão aflitos?  Claro que sim.  E isso basta?  Muitas vezes, não.  Quando Seu amor invade nosso coração, desejamos ardentemente que a graça do Senhor seja derramada sobre todos e que, assim como nós, possam gozar de Suas maravilhosas bênçãos.
Deus sabe todas as coisas.  O que Ele sabe de você?
Fonte: estudoscristaos.com / Equipe Comunica ICOED
Postagem: Bruno Martins